Microsoft diz que Linux viola 42 patentes, mas não diz quais são
maio 14, 2007 24 Comentários
A revista Fortune publicou em seu site um artigo afirmando que o Linux viola 42 patentes de propriedade da Microsoft. E não é só isso: interfaces gráficas em software livre violariam mais 65 patentes, o OpenOffice sozinho violaria 45, programas de e-mail violariam 15, e outros programas livres sortidos violam outras 68, em um total geral de 235 patentes da Microsoft alegadamente sendo desrespeitadas.
É mais um lance da guerra de FUD tipicamente associada a Steve Ballmer, e mais uma vez estão presentes as características essenciais: as patentes não são identificadas, e ninguém diz o que pretende fazer a respeito.
Mesmo assim, o artigo da Fortune conta com os leitores de títulos espalhados pelo mundo para entender mal e espalhar que a Microsoft está pensando em processar os usuários de software livre, muitos dos quais (especialmente no mundo corporativo) são também clientes da empresa – uma ponte que a MS nunca cruzou e que certamente não quis cruzar durante a entrevista que sustentou o artigo, nas palavras do próprio Ballmer, reproduzidas no texto.
O Groklaw traz um resumo da situação, lembrando que é apenas mais um lance, e que a ausência de descrição das patentes sendo violadas e de um curso de ação é mais uma tentativa de levar outros consumidores e distribuidores a assinar contratos sem nem mesmo ter de recorrer a custosas e demoradas medidas judiciais.
Fonte: BrLinux



Duvido que voçê use 100% linux na sua via com FACILIDADE.
Todo mundo sabe que o linux nao cresce por que é coisa de nerd…
Se fosse mais fácil já teria mais da metade de usuários, e se você prestar atençao, 97% bo planeta TERRA prefere pagar pelo indows do que ter um linux de graça.
já viu se todos os cromos do windows se virassem agora para o linux?
assim é melhor, Linux é prós geeks e outro pessoal de elite, que gosta de computadores, sabem o que fazem, e sabem APRECIAR um bom sistema operativo.
É verdade meus amigos: Linux não é para todos.
[e espero que nunca seja! pela própria dignidade do Linux e todos os seus verdadeiros utilizadores!!!!!!]
Analisar o Linux pela sua interface é analisar superficialmente o que temos de melhor na web, quanto a Microsoft não podemos nunca esquecer suas origens e o caráter de seu fundador, os inúmeros processos por dumping que sua empresa responde sem contar os que já perdeu e as quantias milhionárias que pagou de multas.
Viva o Linux
mas passei a utilizar o linux cm sistema operacional e confesso o linux é um pouco mais dificil da manusear mais quem foi q disse q estamos procurando o meio mais facil?
a verdade é que estamos procurando um sistema q nos ajude e nos ensine a apreder mais naUm um sistema que nos de tudo em maos se quiser expandir seus conhecimentos independente de qual area vc atua na informatica em recomeno linux.
naum quero um sistema q de tudo q eu peso mais um sistema q me faça aprender a realizar as operações que eu desejo !
LINUX NOVE ERA EM SISTEMA OPERACIONAL.
Linux altamente poderoso!
Na minha opinião é facil criticar um software sem mesmo usar, mas vergonhoso é utilizar um software pirata.
Acho que o cara quis dizer que 97% do planeta prefere PIRATEAR o windows a usar um software legal.
Fazer o quê!
Livre dos erros idiotas que o windows traz, mesmo que original!!!
Só q enquanto o windows se adapta a qualquer maquina o linux tbem, a diferença é que linux exige maquinas de ultima geraçao!!!
100% linux br!!!
newton!!!
Concordo com vcs, e mais uma coisa o GNU/Linux está sob a licença GPL – Licença Pública Geral.
* Software livre é aquele que está registrado na licença GPL – (General Public License) Licença Pública Geral.
Em termos gerais, a GPL baseia-se em 4 liberdades:
1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0).
2. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
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Motivos para o país adotar o Software Livre
“Utilizando software proprietário, o país gastará para informatizar suas principais 100 mil escolas públicas, no mínimo US$ 300 milhões aproximadamente a cada dois anos. A aritmética é simples: se utilizarmos 30 computadores em média em cada uma dessas 100 mil escolas, teremos de adquirir 3 milhões de licenças de uso de softwares básicos, o sistema operacional e os aplicativos de escritório (editor de texto, planilha de cálculo, editor de imagens e apresentações). Uma licença para cada computador comprado. Se cada licença custar somente US$ 100, estaremos falando de um gasto desnecessário de US$ 300 milhões.¹”
Neste trecho está quantificando apenas licença do sistema operacional, vamos fazer de conta que a licença dos aplicativos de escritório também custe US$ 100.
Teriamos de adquirir 3 milhões de licenças de sistema operacional e de aplicativos de escritório.
3 milhões de licença S.O + 3 milhões de licença ESCRITÓRIO = É um gasto desnecessário de US$ 600 milhões.
“Desnecessário porque temos alternativas de sistema operacional e aplicativos básicos, tais como o GNU/Linux e o OpenOffice, que são extremamente estáveis, seguros e distribuídos sem o custo de licenças. A informatização intensiva do país realizada sobre o modelo de software livre é completamente viável e sustentável. Os países podem utilizar um software desenvolvido mundialmente, de modo compartilhado, sem ter de remeter recursos pelo pagamento do seu uso. Esta é a principal base da sustentabilidade.¹”
“Marcelo Branco, um dos coordenadores do Projeto de Software Livre Brasil, conhecido como PSL-BR, é enfático ao analisar este cenário: ‘Nosso mercado de informática atinge somente 4% da população. Mesmo assim, nos damos ao luxo de enviar US$ 1 bilhão de royalties de softwares proprietários. Para reverter isso, o único caminho é o software livre.’¹ ²”
¹. SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: A luta pela liberdade do conhecimento, 2004.
². Entrevista de Marcelo Branco na Revista do Linux, Janeiro de 2004, n 49, p. 15.
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Segurança
“Sob o aspecto de segurança, o uso de software proprietário é tão desaconselhável que até mesmo a Microsoft, reconhecendo esta fragilidade, criou um programa especial para abrir o código aos governos. A base do software livre está no seu código-fonte aberto. O modelo do software proprietário se afirma na ausência de transparência do seu código-fonte, que deve permanecer fechado e escondido de seu usuário.
Assim, o software aberto pode ser completamente auditado pelos seus usuários. O software proprietário não possui auditabilidade plena. Quando uma ou outra empresa de software proprietário permite a análise de seus códigos-fonte, geralmente cobra para que o usuário exerça este que deveria ser um direito. Outras empresas exigem que se assine um contrato de confidencialidade, o que torna qualquer auditor passível de ser processado posteriormente, caso a empresa proprietária acredite ter algumas linhas de código copiadas.
Usando o software livre, o governo pode analisar todo o código que adquire. Também pode retirar rotinas duvidosas que estariam presentes no software em uso; enfim, pode alterá-lo para dar maior segurança. Com o software proprietário não é possível saber se ele possui falhas graves, backdoors¹ ou mesmo se envia informações para outros governos quando os computadores se conectam à internet. Fica cada vez mais evidente que a segurança lógica deve se basear no princípio da transparência, e não no obscurantismo.²”
¹ Backdoor é uma forma de deixar no computador um caminho de invasão sem despertar a desconfiança de seu operador. Trata-se de uma verdadeira porta dos fundos.
². SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: A luta pela liberdade do conhecimento, 2004.
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Autonomia Tecnológica
“… a adoção do software livre amplia as condições de autonomia e capacitação tecnológica do país, uma vez que permite que usuários nacionais sejam tembém desenvolvedores internacionais. Com o acesso à documentação que contém os códigos-fonte, o software livre permite aos técnicos, engenheiros e especialistas que acompanham a evolução do software se capacitarem para alterá-lo de acordo com os interesses de cada local.
O maior exemplo disso ocorreu com o trabalho de desenvolvimento do kernel do próprio GNU/Linux. Um jovem brasileiro, o paranaense Marcelo Tossati, quando ainda tinha 19 anos, foi escolhido pelo coletivo comandado por Linus Torvalds para manter a versão 2.4 do kernel, núcleo principal do Linux. Tossati recolhia as contribuições que chegavam pela rede para a correção e o incremento do kernel que coordenava.
…
O Brasil possui uma enorme comunidade de hackers que participa de centenas de projetos internacionais de construção e melhoria de software livre. Ao integrar esses projetos, nossos jovens estão acumulando inteligência e ampliando nossa capacidade local de gerar tecnologia. Estamos nos preparando para ser um país desenvolvedor, e não somente consumidor das tecnologias de informação e comunicação.¹”
¹. SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Software Livre: A luta pela liberdade do conhecimento, 2004.
BILL GATES QUE BOTE SUAS BARBAS DE MOLHO. ASSIM COMO A INFORMAÇÃO SE GLOBALIZOU, A LIBERDADE TAMBÉM.
cara vai estuda , você escreve VOCÊ COM O Ç HAHAHAHA …