Parece que a ciência acaba de ganhar mais um aliado na busca por vida extra terrena.

A busca por vida fora da Terra agora será ininterrupta nos Estados Unidos. O instituto Seti (Busca por Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês) pretende manter 42 antenas rádio-astronômicas funcionando 24 horas por dia no norte da Califórnia até o final do ano, na procura por ondas de rádio alienígenas.
Telescópio em 12x sem juros - Lojas Submarino“Há vários grupos mundo afora fazendo buscas por inteligência extraterrestre. Eles estão ouvindo sinais de rádio por aí, mas não é 24 horas por dia, sete dias por semana”, disse Scott Hubbard, titular da Cátedra Carl Sagan para o Estudo da Vida na Universidade do Seti em Mountain View, Califórnia.

“Quando você coloca todas essas antenas juntas, cobre uma grande área no céu que você pode ouvir com ótima sensibilidade – detectando sinais que são ou muito distantes, ou muito fracos”, disse Hubbard nesta sexta-feira, durante uma conferência sobre o desenvolvimento espacial em Dallas.

O Telescópio Allen, com 42 antenas, foi assim batizado em homenagem ao co-fundador da Microsoft Paul Allen, que doou parte dos US$ 12,5 milhões da construção. “Não é preciso ter alguém planejando transmitir um sinal. A gente espera apanhar uma velha transmissão de rádio de alguém que tenha deixado um planeta diferente centenas ou milhares de anos atrás.” 

Reuters 

Por falar em UFO, olha o que achei passeando pela net, algo bem curioso.

docau1_040520070138381.jpgSem muito alarde e distante das luzes que a França atraiu com sua postura oficial acerca dos OVNIs, o governo da Austrália mantém na Internet, abertos à consulta pública, alguns documentos que já foram confidenciais ou secretos por tratarem do fenômeno UFO.

No site do National Archives of Australia é possível conferir relatórios e memorandos secretos sobre avistamentos de OVNIs. Entre os episódios investigados estão relatos de objetos voadores observados à luz do dia na região de Maralinga, no Sul da Austrália.

A investigação oficial procurava relações entre os objetos testemunhados na região e os testes nucleares britânicos conduzidos na mesma área entre 1952 e 1963, com a concordância e o apoio do governo australiano.

Fonte: Vigilia